[Status] Danos cerebrais

Lembrando que eu não sou nenhuma médica, apenas peguei algumas dicas que a Bownie me deu e tentei aprofundar nisso, então se tiver algo muito cabulosamente errado é só me dar um grito. Especialmente ela.


Enfim, eis aqui uma lista completa dos danos recebidos por Arthur:

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[Status Update] Como a morte deveria ser

[Sétimo dia]

[ENGLISH VERSION]

Quando ele abre os olhos, o mundo está nublado e cinza. Ele não sabe onde está, mas acha que aquele é um lugar apropriado. É exatamente onde deveria estar. A vida é sem gosto, vazia e sem significado e a morte não deveria ser melhor.

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[Status update] How death should be

[7th day]

[EM PORTUGUÊS]

When he opens his eyes, the world is blurry and Gray. He doesn’t know where he’s, but thinks it’s an appropriate place. It’s exactly where he should be. Life is tasteless, empty and meaningless and death shouldn’t be any better.

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[Status Update]

Então, eu voltei aqui para explicar o que vai se suceder com a morte do Arthur [Link].

> Ele vai passar uma semana morto. O corpo vai ser levado para o IML, assim que confirmaram quem é, vão contatar algumas pessoas (vale para quem quiser saber, basta que receba a ligação de alguém, ou alguém diga, se vira) e o corpo vai ser preservado até ele voltar.

> Assim que ele ressucitar, vai levar um tempo para se recuperar. Pois o tiro foi no cérebro, e os neurônios levam mais tempo para se recuperar então ele vai apresentar sintomar de alguém que sofreu danos cerebrais (aonde? Not sure, eu vou pesquisar compatível com o local do tiro).

Quando for a hora, eu faço outro post explicando sobre o dano cerebral, ainda tenho que pesquisar e ver o que fazer.

Então, basicamente é isso. Datas e essas coisas podem mudar, de acordo com a minha disponibilidade de fazer pesquisa, e essas coisas.

EDIT: Obviamente, outras contas e Universos Alternativos, não contam. O hiatus vale só para a linha principal do Arthur, por força maior dos eventos.

[Suicídio]

O quarto estava escuro, mas Arthur não sabia que horas eram. Poderia muito bem ser meio-dia, o sol dando as suas benções depois de tanto tempo de chuva ou talvez o calor nunca viera. E que fosse uma tarde nublada ou uma noite fria, o tempo lá fora não importava.

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ass-swag replied to your post: Hey.. Arthur. I heard the bad news so.. I thought…

It’s fine.. I just wanted to check on you. Sorry for disturbing.. I guess

[he only nods, turning his head slightly, his eyes looking distant and leading nowhere] 

ass-swag whispered:
Hey.. Arthur. I heard the bad news so.. I thought you'd use some company

[he frowns, not want to hear any condolence yet, but forcing to speak and polite anyway]

I want to be alone, if you don’t mind.

callmeenglady:

Soltou a mão dele devagar. Sabia que era difícil receber uma notícia daquelas. Era um misto insuportável de sentimentos, só de pensar que alguém poderia sentir aquilo lhe deixava agoniada. 

Continuou agachada a sua frente, com as mãos sobre os próprios joelhos, fitando-o por vários instantes, sem saber muito bem o que poderia fazer para ajudá-lo. Por fim, levantou-se, soltando um suspiro.

— Eu… Vou para o hospital. — Ajeitou a franja, um pouco cansada. E realmente estava cansada emocionalmente. Era difícil ver o próprio irmão sofrendo tanto, além da morte de seu amigo de tanto tempo — Quer uma carona? 

Era um sentimento egoísta, injustificado. Arthur sabia. Mas em algum lugar de si, ele pensava que aquela dor era apenas dele - que Luís, era apenas seu e então, Alice não tinha qualquer direito em ir ao hospital junto a ele.

Aquela era sua dor, ele não queria compartilhá-la com ninguém. O inglês levanta o corpo, o sofrimento e a raiva nítida em seu rosto, enquanto brada e empurra a irmã.

- Não! Eu não preciso de carona ou de alguém ao meu lado! Apenas vá embora, Alice! Vá embora!

O inglês grita com raiva, lágrimas encharcando o seu rosto. Ele dá um passo para trás, e logo começa a correr. Dessa vez, em direção ao hospital. 

fromsea-freedom:

avalonsword:

[ Arthur apagara o cigarro na própria batente da varanda, para então virar-se e encarará-la, crispando os lábios. Sua expressão severa logo predizia que o sermão estava para vir]

Você fez o quê?!

[ Sentia seu rosto esquentar, automaticamente encolhendo levemente os ombros e dando um passo para trás, em uma posição quase defensiva. Cruzava os braços e desviava o olhar ] 

Uma… t-tatuagem! [ Voltou a olhá-lo, descruzando os braços, estufando o peito levemente ]  

[Arthur afiara o olhar, sem dizer nenhuma palavra, ele a puxa violentamente o braço, obrigando a garota a se virar de costas para ele. Sem dizer nenhuma palavra, ele puxa com força o curativo, revelando a tatuagem recém-feita, a expressão tornando-se mais irritada enquanto observava a pele irritada e machucada de Marie]

Esta louca?! Por que fez isto?! [ Ele esbraveja, virando novamente o corpo da jovem, e sacudindo os seus ombros]

☄ (AU / @Avalonsword)

hanawahokorobunokana:

avalonsword:

“Tomoe, não acha que está exagerando?”

Arthur perguntara novamente enquanto a japonesa segurava a sua mão e o puxava para dentro de casa, parando por um momento para verificar a faixa em seu rosto. Ou pelo menos o que ele pensa que é, pois o único referencial que tinha era a da mão da menor. 

Com a outra mão de frente do corpo, Arthur tentava evitar de bater contra qualquer objeto.

“Para onde estamos indo?” Ele tenta perguntar novamente.

Ela fungou, mudando o tom de voz para algo um tanto choroso

“Não fale que eu estou exagerando, eu só quero que seja uma surpresa de seu agrado….”

Fungou mais uma vez, enquanto levava ele até o quarto dela. Não respondeu a segunda pergunta, abrindo a porta do quarto dela e guiando-o até a sua cama.

“Agora eu preciso que você sente-se e coloque seus braços para trás, faz parte da surpresa. Eu irei buscá-la assim que você o fizer”

Sorriu, esperando que ele se sentasse para começar a surpresa.

Arthur sentara em algo macio, sem saber reconhecer o local como o quarto da japonesa. Crispando os lábios, de modo impaciente, o inglês novamente a obedece, levando os braços para trás do corpo e resistindo a vontade de perguntar mais uma vez o que era a tal surpresa.

A desconfiança e a curiosidade cresciam a cada instante, sem saber Tome estava - ou se até mesmo ela ainda estava ali - Arthur sentia-se cada vez mais nervoso.

“Oh bem, eu apenas não acho que fosse necessário tanto apenas para me entregar algo.”